domingo, 22 de janeiro de 2012

A Cura



Testemunho da Cantora


Quando eu tinha 11 meses de idade, eu tive uma enfermidade que os médicos não descobriam o quê eu tinha. Durante 12 meses de febre constante a minha mãe, que está aqui com o meu pai, com a minha filha. Minha mãe que sempre me acompanhava, ela ia comigo no médico, durante duas vezes por dia durante esses 12 dias. No 12º dia ela chegou na clínica para ser atendida, tinham muitas mães ali, e a médica não quis atendê-la. Dizendo que não, que não poderia atender por que ali teria que ser organizado tudo no momento certo. Não era a vez dela então não poderia ser atendida. Mas, depois de muita insistência e eu chorando, e de repente as mães perceberam que eu parei de chorar. Eu comecei só a gemer… e foram se passando aqueles minutos ali e as mães viraram para minha mãe e falaram assim o seu bebê está muito mal, não é? Minha mãe falou assim é, são 12 dias que eu estou lutando com esta menina, ninguém descobre o quê ela têm, só me passam remédios pelo o que eu digo mas não me falam o quê realmente ela têm. E as mães resolveram interceder com a médica pela minha mãe. Então depois de muita insistência as mães começaram a ficar meio, né? Meio “estranhas” lá com aquela médica, a médica resolveu me atender. Minha mãe entrou dentro do consultório comigo no colo, minha mãe estava gestante, me colocou sobre uma maca. E aquela doutora, muito “estranha” abriu a manta, enfiou o dedo na minha barriga, ficou aquele buraco de tão inchado que eu tava por que já eram 12 dias com meu organismo totalmente parado, só inchando, inchando, inchando… e ficou aquele buraco do inchaço e de repente aquela mulher pegou o estetoscópio colocou no ouvido, puxou os meus olhos assim, colocou no meu coração virou para minha mãe e foi para sua mesa e disse assim você quer que eu examine o cadáver? Essa criança está morta. A minha mãe estava gestante levou um susto e começou a não se sentir bem e ela falou como morta? Eu cheguei com minha filha viva aqui!? - Não! Essa criança entrou aqui morta. Sentou em sua mesa, começou a escrever um atestado dizendo que tinha sido por negligência dos meus pais… meu pai e minha mãe não teriam me atendido a tempo… e de repente queridos a minha mãe teve uma breve discussão com aquela doutora e ela saiu de lá de dentro me tomou pelos braços e saiu daquele consultório, no corredor da clínica ela começou a passar mau, vieram outras enfermeiras atende-la e me deixaram num canto lá do corredor. Tinha uma jovem, o nome dela é Regina, até hoje ela congrega eu uma de nossas igrejas, hoje já é senhora… e aquela jovem virou para minha mãe falou assim Castalha, vamos embora daqui! Minha mãe falou eu quero ir embora daqui!!! E começou a querer sair só que os médicos, enfermeiros as enfermeiras atendendo minha mãe para que ela ficasse melhor, ela pediu avisa o Del que é meu pai que a Cassiane morreu 15 para as 2 da tarde. E ligaram lá da clínica para o meu pai pra que ele voltasse pra fazer meu enterro… quando minha mãe começou a se sentir melhor, passaram-se aqueles minutos ali, ela começou a se sentir melhor, ela me tomou pelo braço e correu e falou aqui eu não fico mais!!! E correu e o pessoal não queriam deixar minha mãe sair comigo no braço, ela conseguiu sair de dentro daquela clínica com aquela jovem do lado dela. Jovem! Deus usa você! Aleluia! E aquela jovem de repente pegou pelo braço da minha mãe e começou a carregar a minha mãe pra uma casa que eram duas quadras dali daquele consultório, ai minha mãe virou, ela falou assim pra onde você está me levando menina? Minha mãe chorando, ela disse assim eu quero te levar pra casa da irmã Janete ai minha mãe falou fazer o quê?… a Cassiane morreu… ela falou assim não Castalha!… vou te levar lá pra que ela ore pra confortar o teu coração e o coração do irmão Zezinho… do irmão Del… e de repente quando minha mãe chegou na porta daquela irmã, aquela irmã olhou para minha mãe e disse assim você quer matar seu bebê sem fôlego? Você não aprendeu Castalha ainda a cuidar de uma criança? E minha mãe virou pra ela falou ah! Irmã Janete, a Cassiane morreu… eram 15 pras 2 da tarde… e de repente aquela irmã olhou a hora e já passava das 5 da tarde… e ela com a autoridade de Deus me tomou dos braços da minha mãe, disse assim pra minha mãe minha filha, você esqueceu do Deus que nós servimos? O Deus que ressuscitou Lázaro depois de 4 dias? Por que se Ele quiser Ele age aqui e agora!? Hein!? E de repente, e de repente, Deus usou aquela irmã… eu não sei se todo mundo que está aqui crê em profecia, eu creio por que eu sou prova disso! Deus usou aquela irmã pra minha mãe pra dizer o seguinte minha serva! Cuida bem deste botão, por que ele não é mais teu é Meu! Estou devolvendo a vida a este botão. Cuida bem dele. Este botão em breve se transformará numa rosa, e esta rosa perfumará muitos jardins… e onde ela não puder ir, Eu enviarei a voz dela! Aleluia! Que a tua vida querido seja uma oferta agradável ao Senhor!”


Video: www.youtube.com.br
Texto: www.cassiane.com

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Adorador




A cantora Eyshila nasceu num lar cristão, por isso aquela frase que diz: "talento vem de berço", se aplica perfeitamente em sua vida. Com as influências do pai evangelista e da mãe cantora, Eyshila uniu a palavra de Deus à música e abraçou o ministério de louvor. Hoje, figura como uma das mais importantes cantoras gospel, com três CD's solos gravados pela MK e outros com o grupo Voices, onde exercita os vários dons que Deus lhe deu. Além de cantar (no grupo faz contralto), prepara os arranjos e também ensaia o Voices. Em seus dez anos de ministério ela lançou, pela MK, cinco CDs. O primeiro, de 1997, foi Tira-me do Vale; Em 1999, chegou o álbum Mais Doce que o Mel; dois anos depois, a cantora gravou Deus Proverá. Na Casa de Deus, lançado em 2003, rendeu-lhe seu primeiro Disco de Ouro, pelas mais de 100 mil cópias vendidas. Seu mais recente lançamento é Terremoto, indicado ao Grammy Latino 2005, na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa. Também foi neste ano que Eyshila gravou seu primeiro DVD ao vivo.

Eyshila começou a cantar bem pequenininha, nos cultos domésticos que seus pais realizavam. Depois ingressou em corais infantis e passou a se apresentar em igrejas. Aos nove anos já estudava piano, mas teve de abandonar. "Não tinha condições de comprar um piano para treinar em casa, então resolvi estudar violão", conta. Na sua inicialização musical, Eyshila teve duas pessoas de grande influência: o irmão Rael e a irmã Berta. Os dois eram regentes do coral formado por mais de 100 crianças, do qual a cantora participou como solista e organista.

A cada passo Deus só fazia confirmar sua vontade para a vida de Eyshila. Tanto que aos 15 anos, ainda adolescente, foi convidada a fazer parte do grupo Altos Louvores, onde ficou por sete anos. "Fiz parte de quase todas as gerações do Altos Louvores, onde tive o privilégio de cantar com Sérgio Lopes, Diógenes Marques, Léa Mendonça, Marquinhos Gomes, Jeferson Monteiro e muito outros. Fico feliz por ter feito parte da história do grupo e por tê-lo como parte da minha vida", conta. Daí para a carreira solo foi um pulinho... "Eu nuca tive pretensão alguma de gravar. Para ser sincera, sempre fui muito tímida e tremia só de pensar em cantar para muita gente. Essa barreira já venci durante os anos que passei nos Altos Louvores. Sei que quando estamos no centro da vontade de Deus as coisas fluem", explica.

A cantora Eyshila - que é soprano e tem uma ótima extensão vocal - segue uma tendência pop/romântica, apesar de ser membro de uma igreja pentecostal (Assembléia de Deus da Penha/RJ). Tanto que a primeira canção sua a se destacar foi "Tira-me do vale", que tem veia romântica e letra reflexiva. Mas o que move essa jovem intérprete não é a variedade de ritmos que ela poderia (e pode) perfeitamente entoar, mas sim a direção de Deus e seu imenso desejo de louvá-lo. "Posso dizer que isso me traz uma realização plena. Sempre dei preferência a canções de adoração, mas sou eclética, partindo para estilos mais dançantes como soul e charme, além de baladas lindíssimas, é claro", explica.

Os CDs seguintes vieram com a mesma tendência, acompanhada de uma crescente maturidade da cantora, que também passou a gravar composições suas. Na Casa de Deus inovou com faixas ao vivo gravadas na igreja em que Eyshila congrega com sua família e a consagrou não só como intérprete, mas sobretudo como uma grande compositora. Dois anos depois, Terremoto Ao Vivo, com produção de Emerson Pinheiro e Rogerio Vieira, rompeu as fronteiras brasileiras com letras bíblicas, um estilo de adoração pop e ritmos modernos. Pela primeira vez, ela gravou uma música com seus filhos e viveu a experiência de ministrar a sua igreja uma palavra poderosa durante a gravação deste trabalho.

Também em 2006, Eyshila lançou o CD e DVD "Eyshila - 10 anos", gravado ao vivo na Rio Sampa. Com produção musical do competente Rogério Vieira (que vem acompanhando a cantora desde Na Casa de Deus) e direção artística de Marina de Oliveira, o DVD ficou excepcional.

Eyshila nunca esteve tão segura no palco como naquele dia. A cantora ainda contou com um ótimo front vocal, formado por Willian Nascimento, Fael Magalhães, Josy Bonfim, Joelma Bonfim, Jairo Bonfim e Janeh Magalhães.

No repertório prevalecem músicas dos dois mais recentes CDs de Eyshila, Terremoto e Na Casa de Deus, com espaço para sucessos dos CDs Deus Proverá e Tira-me do Vale, que ganharam arranjos mais modernos.

O projeto ainda conta com a participação especial do conceituado saxofonista Josué Lopes, na música Vou Glorificar; da cantora Fernanda Brum, que divide os vocais com a amiga na versão acústica de Vem Encher-me; do compositor Klenio, no trecho de rap inserido em O Senhor É Bom; e de Willian Nascimento, em Muito Amado.

Além do bonito show, o DVD conta com extras que trazem clipes, depoimentos, making of e uma série de apetrechos que tanto agradam o consumidor. O show também foi disponibilizado em CD do mesmo nome.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Cura




Mesmo antes de te conhecer, eu já te buscava.
Meu coração sentia tua falta.
Andei por vários caminhos a tua procura.
Não sabia como eras, mas queria te ouvir.
Sentia tua presença, teu amor.

Então ouvi falar de ti e minha alma passou a te querer.
A querer estar entre os que te conheciam. Ser como eles.
A questionar sobre tua vida e teu amor.
Mas não bastava.
Então fui ler sobre você. Sobre teus passos.
Sobre esse tão falado amor.

E foi ai que passastes a fazer parte de mim.
E deixei de fazer parte do mundo.
E me reconheci sendo amada por ti.
E um amor profundo tomou conta do meu ser.

Não havia mais tristeza, nem dor, nem choro.
Que não fossem consolados.
Não havia culpa nem castigo.
Só amor.

Mas como eu nunca tinha sido amada, não te entendi.
Pensei que te conhecia. Que sabia tudo sobre ti.
E me perdi. Deixei de esperar por suas promessas.
E quis te ajudar. Como se isso fosse possível.

Fiquei exigente. Tal qual criança mimada.
Busquei nos caminhos, em outras casas até fastiar-me.
Os julgamentos surgiram. Assim como as comparações.
E o inevitável aconteceu: o primeiro amor esfriou.

Não que não o amasse, pois esse amor não morre.
Principalmente o seu por mim. E sei que tu sabes e
conheces o meu coração bem mais do que eu própria.
E é isso que alguns não entendem.Nem eu, as vezes.

Somos um. Como células indivisíveis.
Suas palavras correm em mim como água.
Como passado, presente e futuro.
E fico assim parada no caminho, sem ti.
Não tenho direção.

Meu coração e minha alma anseiam por ti.
E sei que estas por perto.
Mesmo que eu não quisesse.
Sei que teus braços estão sempre abertos.
A espera de um pequeno sinal de arrependimento.
Por isso, te peço...te imploro: não te afastes de mim, Senhor.

Amém!